domingo, 8 de julho de 2012



Olhando o prazer e o sagrado...mesmo que seja alheio, é muito bom!
"...surfar é sagrado. Surf é harmonia, poesia, equilíbrio. Surf é corpo, alma, espírito. É liberdade..."(Belchi Machado)

quinta-feira, 5 de julho de 2012

sábado, 2 de junho de 2012





 Algumas fotos são poesia pq rompem com o simples olhar para transportar e sonhar..."...maré alta que rompeu os diques da sucessão temporal. Pois o poema é via de acesso ao tempo puro, imersão nas águas originais da existência. A poesia não é nada senão tempo, ritmo perpetuamente criador."
Diariamente meu olhar aí se demora...sempre...mas é sempre novo...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Recebi um presente...adoro lavanda! Agora, vou procurar mudas...quero fazer um canteiro delas!


  • Nome Científico: Lavandula sp
  • Nome Popular: Lavanda, Alfazema
  • Família: Lamiaceae
  • Divisão: Angiospermae
  • Origem: Mediterrâneo, África Tropical e Índia
  • Ciclo de Vida: Perene
O gênero Lavandula  compreende um grupo deplantas floríferas, herbáceas ou subarbusivas, que podem ser anuais ou perenes. As espécies mais cultivadas são a lavanda-inglesa (L. angustifolia ou L. officinalis), a lavanda-francesa (L. x intermedia) e a lavanda-espanhola (L. stoechas). Esta última, assim como L. dentata, e L. multifida são largamente utilizadas no paisagismo, enquanto que a lavanda-inglesa e a lavanda-francesa apresentam maior aptidão como medicinal e na extração de óleo essencial para perfumaria.
As lavandas apresentam folhas opostas, lineares ou lanceoladas, branco-tomentosas e muito aromáticas, de onde se extrai o seu valioso óleo. Suas flores azuis ou arroxeadas reúnem-se em inflorescências tipo espiga e são bastante perfumadas. Ocorrem ainda diversos híbridos e variedades, como a 'Alba' de flores brancas, a 'Hidcote Pink' de flores róseas ou a 'Nana' de pequeno porte. A floração inicia na primavera e se extende pelo verão, atraindo abelhas e borboletas.
As lavandas são excelentes para compor maciços, bordaduras ou pequenas cercas-vivas, mas podem prestar-se como arbustinhos isolados ou em grupos irregulares, perfeitos em jardins de estilo inglês. Não devem faltar também em canteiros de ervas e desenvolvem-se muito bem em vasos e jardineiras. Estas pequenas plantas revelam-se polivalentes, com usos paisagísticos, medicinais,aromáticos, industriais e até culinários. Podemos ainda utilizar as flores secas para embelezar e perfumar arranjos florais e em misturas pot pourri de ervas perfumadas.
Rústica, a lavanda não é exigente quanto à fertilidade do solo, mas este deve ser muito bem-drenado e receber isolação direta. Pode-se realizar podas leves de formação e adubações ricas em fósforo para estimular a floração. Aprecia o frio mediterrâneo ou subtropical. Tolera a seca, o frio e as geadas, sendo que algumas espécies e variedades toleram o calor tropical. Multiplica-se por divisão da planta, estaquia ou por sementes.
Medicinal
  • Indicações: Insônia, ansiedade, nervosismo, dor muscular, acne e inflamações na pele.
  • Propriedades: Analgésica, sedativa, antiinflamatória, anti-séptica, relaxante, calmante.
  • Partes usadas: Flores, folhas e caule.
Autor: Raquel Patro
Conteúdo sob Licença Creative Commons

sábado, 14 de abril de 2012




O mar me atrai. Meu olhar procura todas as nuances que ele me apresenta. Me seduz com seus brilhos, me assusta com seu poder. Brilho e poder me chamam, convidam...resisto apesar da paixão. Irracionalmente eu o temo. Ele me rodeia, sussura ao meu ouvido, me acalenta para dormir. Por vezes fico tentada a me entregar. Por quê o irracional triunfa? Medo é um sentimento, também de inquietação...será real ou imaginário? Ou minha alma traz marcas que dele me afastam? De minhas janelas eu o namoro, admiro, desejo...seu afago no corpo é um prazer...assim, me aproximo mas não me entrego. Pena. Gostaria de poder balançar em seus braços.

quinta-feira, 22 de março de 2012

E temos também Marte (Ares)...

No post anterior, entre tantos planetas citados aparece Marte...fui procurá-lo...nada como dar um interesse ao olhar...também apareceu magnífico!


domingo, 18 de março de 2012

No meu céu, olhando deuses...Júpiter(Zeus) e Vênus(Afrodite).


O mês do céu mágico
Se a conjunção de planetas no céu deste mês fosse vista há dois séculos, as pessoas ficariam em pânico
A ideia de que o mundo vai acabar é tão antiga quanto a ideia de mundo. Na maioria das culturas, o fim do mundo virá e, quando vier, será anunciado pelo mais completo caos celeste. O que muda de cultura para cultura é o que ocorre depois do fim: ou um novo começo ou uma era em que o tempo deixa de passar.
Fora a escatologia bíblica do Apocalipse de João ou do livro de Daniel, alguns leitores devem se lembrar de Abracurcix, o chefe da aldeia de Asterix, o bravo guerreiro gaulês, cujo único medo era que o céu caísse sobre sua cabeça.
Ao contrário das culturas monoteístas, com seu tempo linear, para os celtas e seus druidas o fim de um ciclo marcava o começo de outro. A noção do tempo cíclico, presente também na mitologia hindu por meio da dança de Shiva, em geral representa uma sequência de mundos. Não existe um final, mas uma sequência de existências.
Que o fim do mundo vem anunciado nos céus parece ser uma simbologia universal: se a ordem celeste é alterada, o pior está ainda por vir. Não é à toa que cometas até hoje são tidos como mau agouro. Se os céus são a morada dos deuses, por consequência são também seu quadro de mensagens. Fenômenos fora do comum eram e ainda são temidos. "Arrependa-se antes que seja tarde!", diz o firmamento.
Neste mês, o céu está belíssimo. Os dois planetas mais brilhantes, Vênus e Júpiter, estão em conjunção (próximos) no oeste logo após o poente. A lua reaparecerá perto deles no final do mês, amplificando a beleza do evento. Enquanto isso, no leste, Marte está em oposição (ou quase) com o Sol, o que o torna bem brilhante e alaranjado.
Até o elusivo Mercúrio andou mostrando sua cara no início do mês. Saturno aparece na linha do horizonte leste no início da noite. Ou seja, durante o mês, os cinco planetas visíveis a olho nu estarão presentes no céu. Se isso tivesse ocorrido há dois séculos, viria o pânico.
Felizmente, não há nada a temer. Pelo contrário, a beleza do céu neste mês deveria inspirar todos a olhar para cima. Ao fazê-lo, percebemos o quanto somos pequenos perante a imensidão do espaço. Porém, percebemos também o quanto somos grandes -pois foi por meio de nossa criatividade que conseguimos aprender tanto sobre os céus, sobre as leis que regem os movimentos planetários e sobre as órbitas e a composição dos cometas.
É ela, também, a responsável pela nossa capacidade de datar com precisão de segundos a ocorrência de eclipses solares e pela compreensão dos processos responsáveis pela produção de luz e energia no Sol, que nos permitem existir na sua vizinhança. Aliás, não deixe de celebrar o dia do Sol e da Terra, dia 19, que também é meu aniversário.
Pela primeira vez na história, estamos olhando para outros mundos, misteriosos e distantes, que giram em torno de outras estrelas. Cada qual é um livro aberto, com suas propriedades únicas e, quem sabe, a promessa de vida em alguns deles.
Os que pensam que, ao compreendermos o mundo cientificamente, tiramos sua beleza, deveriam repensar sua posição. Pelo contrário, ao nos ajudar a ver mais longe, a ciência alimenta ainda mais os sonhos de tudo o quanto ainda não conhecemos e o senso de mistério ao contemplarmos o Universo.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor de "Criação Imperfeita".
Facebook: goo.gl/93dHI




quinta-feira, 1 de março de 2012

O meu olhar é nitido como um girassol
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando pra direita e para a esquerda,
E de vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança, se ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...